Tenho um amigo, que por acaso também é colega de trabalho, que me perguntou hoje:
Como é que se chama o teu blog?... Hormonas aos saltos não é??
Ao que eu respondo, Não srº D, hormonas aos saltos tem implicita uma conotação beeeeeeem diferente de tensão hormonal, estou quase certa que srº meu Adonis não aprovaria semelhante blog.
Ele vai ao google e pesquisa-me. E encontra-me. E diz-me: tu devias era ter patocínios, tipo da tampax, ausónia e assim...
...
...
pois...
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Nunca digas nunca...
Principalmente se fazes tensões de ser mãe/pai...
Nunca filho meu há-de ver aquele panaca daquele Noddy, NUN-CA!
ó pra mim agora: "Abram alas pró Noddy..... lálálá!" Salpico diz MAAAAAAAAIS e eu ponho de novo, e de novo e de novo...
Nunca filho meu há-se dormir na minha cama!
Nunca, excepto se acordar à noite... que como todos sabeis foi uma recorrência violenta naquela criança energética...
Nunca filho meu há-de dominar lá em casa, segue os meus horários e rotinas!
Exacto... esta nem vou comentar...
Nunca filho meu há-de ver aquele panaca daquele Noddy, NUN-CA!
ó pra mim agora: "Abram alas pró Noddy..... lálálá!" Salpico diz MAAAAAAAAIS e eu ponho de novo, e de novo e de novo...
Nunca filho meu há-se dormir na minha cama!
Nunca, excepto se acordar à noite... que como todos sabeis foi uma recorrência violenta naquela criança energética...
Nunca filho meu há-de dominar lá em casa, segue os meus horários e rotinas!
Exacto... esta nem vou comentar...
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Puta para este país
Puta para este país, prisão de mentes tacanhas e mandrionas. Raios partam uma sociedade que só de queixa e nada faz, picuinhas com merdices que não interessam ponta de um chavelho. Puta para este país, encerrado em ideias pré-históricas, agarrado a um azedum podre, a uma infelicidade melancólica só porque somos donos do fado. Que não arregaça as mangas, não quer fazer sacrifícios, reclama e tantas vezes nem sabe porque o faz. Caguei de alto para as convenções do politicamente correcto.
Palavra de honra que me revolta numa altura em que vamos de mal a pior, que todos os dias aguardamos as noticias com um nó no estômago, em que a economia se afunda depois de anos todos unidos a cavarmos o seu buraco, revolta-me a mesquinhez e tacanhice, revolta as palavras nunca ditas, revolta-me porra, revolta-me esta mentalidade de merda de ser português.
Isto tudo, e repito que caguei no politico e muito mais no correcto, para exprimir a minha indignação perante a reacção de alguns atrasados mentais perante as declaraçõesde Isabel Jonet, uma mulher que dedicou a sua vida a dar de comer a quem não tem. Oh que caralho, sim é rica e ENTÃO? O que foi que ela disse que é mentira? Será que não vêm a merda que fizemos anos e anos seguidos, os plafonds de cartões de créditos a cobrirem outros cartões, os carros que valiam 10 anos do nosso ordenado, os descobertos de ordenado que nos faziam viver 3 meses à frente do real? Será que, foda-se, não vêm que estamos todos neste buraco precisamente porque precisamos de nos readaptar à nova realidade que emerge da crise, que temos obrigatoriamente que refazer os nossos hábitos?...
A sério, estou enjoada com isto. Demitam-se vocês portugueses. Preocupem-se mas é com o que interessa. Agora já espero com vontade a vinda da Merkel na próxima segunda. Estou triste com isto…
Palavra de honra que me revolta numa altura em que vamos de mal a pior, que todos os dias aguardamos as noticias com um nó no estômago, em que a economia se afunda depois de anos todos unidos a cavarmos o seu buraco, revolta-me a mesquinhez e tacanhice, revolta as palavras nunca ditas, revolta-me porra, revolta-me esta mentalidade de merda de ser português.
Isto tudo, e repito que caguei no politico e muito mais no correcto, para exprimir a minha indignação perante a reacção de alguns atrasados mentais perante as declaraçõesde Isabel Jonet, uma mulher que dedicou a sua vida a dar de comer a quem não tem. Oh que caralho, sim é rica e ENTÃO? O que foi que ela disse que é mentira? Será que não vêm a merda que fizemos anos e anos seguidos, os plafonds de cartões de créditos a cobrirem outros cartões, os carros que valiam 10 anos do nosso ordenado, os descobertos de ordenado que nos faziam viver 3 meses à frente do real? Será que, foda-se, não vêm que estamos todos neste buraco precisamente porque precisamos de nos readaptar à nova realidade que emerge da crise, que temos obrigatoriamente que refazer os nossos hábitos?...
A sério, estou enjoada com isto. Demitam-se vocês portugueses. Preocupem-se mas é com o que interessa. Agora já espero com vontade a vinda da Merkel na próxima segunda. Estou triste com isto…
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Novidades novidades só no...
O Obama ganhou.
O meu Rabanadas está amarelo que só ele.
O dos aviões com janelas abertas perdeu (oh... a sério?...).
O sangue do meu sangue está tristinho e carente.
O frio veio em grande e com ele a lareira.
O meu mais que tudo de meio metro vomitou e quase não come.
Tenho um sorriso novo e brilhante depois de multiplas idas ao terror (vulgo dentista).
Salpiacadas do meu coração, também tem sapos na boca.
Basicamente tenho uma vaga ideia da vida lá fora porque o meu coração está com gastroentrite e sapinhos, maneiras que vemo-nos por aí...
O meu Rabanadas está amarelo que só ele.
O dos aviões com janelas abertas perdeu (oh... a sério?...).
O sangue do meu sangue está tristinho e carente.
O frio veio em grande e com ele a lareira.
O meu mais que tudo de meio metro vomitou e quase não come.
Tenho um sorriso novo e brilhante depois de multiplas idas ao terror (vulgo dentista).
Salpiacadas do meu coração, também tem sapos na boca.
Basicamente tenho uma vaga ideia da vida lá fora porque o meu coração está com gastroentrite e sapinhos, maneiras que vemo-nos por aí...
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Estou aqui....
Não pessoal, não morri.
Mas sou uma pessoa que tem um problema crónico e grave, provindo certamente de algum trauma profundo que habita escondido no meu subconsciente - zero (Z-E-R-O) tolerância à dor, e pânico (é mesmo pânico) de médicos. Já vos tinha dito isto mas reforço. Toda eu me transformo em suores frios, tremores e vómitos, isto nos momentos antes de entrar num consultório. Fico descontrolada, a voz treme, as mãos ficam húmidas e geladas e os pés dormentes. E como vos tinha reportado iniciei uma caça às doenças, porque depois de ser mãe, e por incrível que pareça, o medo dos médicos foi suplantado pelo medo de não ver o meu rabanadas infernal a crescer.
Isto para vos enquadrar o que lá vem.
Sempre me gabei dos meus dentes bonitos e saudáveis, que nunca me causaram problemas ou dores. Sempre exibi aos 7 ventos o espetacular que a minha boca é, que a última vez que pus as minhas reais patinhas num dentista foi aos 8 anos, e a memória que tenho é de gritos, lágrimas e estalos da minha mãe para estar sossegada (por isso feitas as contas, faz 20 anos que não ia a um dentista, e juro-vos que até o Rabanadas nascer num tive uma dorzinha se quer). Mas depois o meu puto nasceu. E os problemas começaram a dar de si. E eu enchi este corpinho de coragem e lá fui ao dentista.
Levei a desanda da vida. Com razão, vá, lá dou a mão à palmatória. E dei início a um verdadeiro filme de terror...
Por isso, nos próximos dias vou andar nesta maluqueira, que é ter vómitos de nervos nos dois dias que precedem a consulta, e dor, muita dor, TANTA dor, nos dias que tenho de sentar o traseiro naquela sala de tortura chinesa. Mas vou ser forte e munir-me de pensamentos bonitos (e drogas para enfrentar o momento).
Ah, e não me venham com a tanga que não dói. A mim dói. Tudo. Até a cara do dentista me faz doer a alma...
Aicaporra....
Mas sou uma pessoa que tem um problema crónico e grave, provindo certamente de algum trauma profundo que habita escondido no meu subconsciente - zero (Z-E-R-O) tolerância à dor, e pânico (é mesmo pânico) de médicos. Já vos tinha dito isto mas reforço. Toda eu me transformo em suores frios, tremores e vómitos, isto nos momentos antes de entrar num consultório. Fico descontrolada, a voz treme, as mãos ficam húmidas e geladas e os pés dormentes. E como vos tinha reportado iniciei uma caça às doenças, porque depois de ser mãe, e por incrível que pareça, o medo dos médicos foi suplantado pelo medo de não ver o meu rabanadas infernal a crescer.
Isto para vos enquadrar o que lá vem.
Sempre me gabei dos meus dentes bonitos e saudáveis, que nunca me causaram problemas ou dores. Sempre exibi aos 7 ventos o espetacular que a minha boca é, que a última vez que pus as minhas reais patinhas num dentista foi aos 8 anos, e a memória que tenho é de gritos, lágrimas e estalos da minha mãe para estar sossegada (por isso feitas as contas, faz 20 anos que não ia a um dentista, e juro-vos que até o Rabanadas nascer num tive uma dorzinha se quer). Mas depois o meu puto nasceu. E os problemas começaram a dar de si. E eu enchi este corpinho de coragem e lá fui ao dentista.
Levei a desanda da vida. Com razão, vá, lá dou a mão à palmatória. E dei início a um verdadeiro filme de terror...
Por isso, nos próximos dias vou andar nesta maluqueira, que é ter vómitos de nervos nos dois dias que precedem a consulta, e dor, muita dor, TANTA dor, nos dias que tenho de sentar o traseiro naquela sala de tortura chinesa. Mas vou ser forte e munir-me de pensamentos bonitos (e drogas para enfrentar o momento).
Ah, e não me venham com a tanga que não dói. A mim dói. Tudo. Até a cara do dentista me faz doer a alma...
Aicaporra....
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Quem me viu e quem me vê...
Quem me conhece sabe bem como funcionam as coisas. Médicos é vê-los de longe, de preferência numa série qualquer da FOX Life.
Sou a maior piegas que existe, tenho pavor só do cheiro a éter. As primeiras análises já as fiz bem grandinha, tenho tremores nervosos durante 1 mês antes da "inspecção" da medicina no trabalho, a vacina do tetano está desactualizada desde que deixou de ser a minha progenitora a arrastar-me à chapada para o centro de saúde, a primeira vez que vi uma ginecologista foi quando decidi ser mãe, e ao dentista a última vez que fui arrancaram-me um dente de leite.
Sou assim, escusam de me chamar irreponsável etc e tal.
Aliás. Era. Agora que tenho aquele ser minúsculo de se comer de querido, a correr para para os meus braços todos os finais de dia, a abraçar-me mal me vê de manhã, e a chamar por mim quando está doente, dou por mim com a seguinte agenda:
- dentista marcado para amanha;
- revisão feminina para a semana;
- análises para a semana;
- ida às urgencias na semana passada...
Maneiras que estou aqui estou a coleccionar diagnósticos para discutir com as velhas moradoras das salas de espera de qualquer consultório que se preze!
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