quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia dos namorados

Porque hoje é dia dos namorados, e sim, sou paneleira e lamechas, não podia deixar de aproveitar esta ocasião, para te dizer uma outra vez, que te amo. Não me canso, nem tenho vergonha de dizer, amo-te, amo-te, amo-te. Amo-te assim a sério, aquele amor urgente, aquele amor que é sangue que corre nas veias. Já lá vão 6 anos de casamento e outros 7 de namoro, somando são tantos anos que juntos nos construímos.  O tempo não nos arrefece, pelo contrário, aquece, incendeia em mim força, vontade, ternura, loucura de viver. Estás sempre ali, meu amor, entre cada batida do meu coração, estás aqui dentro implantado, autentico imperador de mim. Olho para trás, e parece que foi ontem, meu deus, éramos tão miúdos…. Olha para nós agora, meu amor, adultos feitos, casados, pais do melhor fruto deste amor. Somos capazes de tudo. Sabias? Juntos somos capazes de tudo… Ficas comigo para sempre?...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Adónis já regressou da neve

...e eu tenho uma admiração para lá de profunda por todas as mães solteiras deste mundo. A sério.
O crianço já está crescido (valha-me deus que está quase com dois anos) e a interação é cada vez mais... como dizer.... mágica. Isso. Mágica, sem comparação possível. Conversámos (ele responde-me com "Dim's" e "Não's" e "Mais's" e "MAUMAU's" mas percebe tudo que lhe digo), brincamos, vemos televisão enroscados, ele olha-me nos olhos, assim olhar mesmo e diz que me ama quando passa aqueles dedinhos gordos na minha cara. Mas sem dúvida, maternidade a dois é bem mais fácil...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Eu até estava bem disposta hoje de manhã. Juro. O meu Rabanada infernal não acordou durante a noite, acordei a horas, apanhei o comboio a tempo cheguei ao escritório e havia bolo de chocolate. Tudo bons presságios para um dia correr bem. Até que resolvo espreitar as notícias. Mas que porra de país é este senhores? Mas que merda de sociedade é esta?

Há jovens grávidas carenciadas a quem os técnicos da Segurança Social estão a aconselhar a abortar, apesar de manifestarem o desejo de ter os filhos. A denúncia é feita por associações da sociedade civil, que asseguram haver casos em que é dito às mães que a consequência de prosseguirem com a gravidez será ficarem sem a criança.
«Cada vez conheço mais casos desses. Muitas vezes, são raparigas que estão até institucionalizadas e que são pressionadas para abortar», afirma Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas. A ameaça, conta a activista, é clara: «Dizem-lhes que, se não abortarem, tiram-lhes os bebés. Há uma cultura de medo, que é preciso denunciar. Isto não é proteger os menores. Há coacção psicológica».
Leonor Ribeiro e Castro diz que, muitas vezes, as gravidezes chegam até ao fim e é através de advogados do movimento que lidera que as mães lutam pela guarda da criança. «Tive um caso de uma mãe que, após uma cesariana, esteve quase dois meses a dormir numa cadeira num hospital, porque se recusava a sair de lá sem o filho e tinha medo de ficar sem ele. Elas sentem isto como um castigo por não terem abortado

in http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=67782

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Entretanto Adónis parte no Sábado rumo à neve. Isto é um tema de discussão desde que nos conhecemos. Eu que me agarro tal e qual pega monstro a uma parede quando me põem em cima de uns patins (que ele me obrigou a experimentar na nossa fase inicial de namoro, aquela fase em que nós, miúdas, queremos imenso impressionar e somos incapazes de dizer VAITU), eu, aquela que sobe três degraus em desiquilibrio eminente com pânico de alturas (para mim meio metro é altura), euzinha, a tata, em cima de umas tábuas a descer por montanhas geladas, escorredias e perigosas abaixo... YEAHRIGHT. De qualquer das formas, não é pelo facto de eu encarar uma ida à neve tal e qual como encaro uma ida às vacinas com o meu filho doente, que o meu deus grego, aquela maravilha de homem, não pode ir fazer uma das coisas mais gosta na vida (muito depois de mim). E como somos ultra modernos e confiantes ele vai, e eu fico.
No ano passado foi espetacular, o salpico, já em modo só acordo para um biberão por noite, resolveu, nessa precisa semana, acordar às 2 e assim ficar até. às. sete. da. manhã. Às sete, na minha cama, lá era vencido pelo sono e voltava a acordar, fresco que nem uma alface às. oito. da. manhã.
Por isso, filho querido, já estás um homem, a mãe gosta para lá de muito de ti mas se resolves virar talibã noturno meto-te num avião e mando-te squiar com o pai, oubisteis?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A verdade é que as vezes instala-se um desânimo... Não é bem desânimo, como dizer... Incomodo vá, incomodo na alma. Pode ser do eixo que rodam as hormonas nesse momento, pode ser dos flashs invasivos e barulhentos, esses cabrestos desses headlines que me entram pelos olhos a dentro sem a minha permissão... Crise, cortes, desemprego e o caralho. Pode ser tanta coisa. Mas a verdade é que tenho alturas que sinto mais isto, este incomodo na alma...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Porque não tens escrito tata?

Porque nem sempre a inspiração me invade, porque ando (maldita palavra) cansada, porque o meu miúdo sofreu o seu primeiro trauma com o meu fim de semana em Paris e a carência tomou posse de 89% da sua personalidade, porque fiquei com uma gastroenterite e o meu minorca, que não pode ver nada, imitou-me, porque voltei a fumar e o arrependimento é nulo, porque enfim, a vida tem corrido depressa. E é isso.