Meus queridos e fiéis leitores. A tata anda out destas andanças da escrita para lá de interessante, mas a vida da tata anda um verdadeiro fernezim.
Assim espero que compreendam mas não deixem de visitar. Nunca se sabe quando volta o rasgo de inteligência e eu desato a teclar feita maluca. Um grande bem haja.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Despois dá assim um gelo na espinha. Que esta coisa de não termos controlo no que lá vem assusta. Ver as coisas num desenrolar absolutamente esquizofrénico e nós parados, a ver, a coçar os tomates numa serenindade absurda. Mas de facto, e pensando bem, para quê programar? Para quê gastar energias em planos minuciosos carregados de super ego? Cocem-se os colhões deste mundo. Nada corre como programamos...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Proprietários
Então é assim. Entra-se por um portão de madeira grande. Cá fora bem que espreitamos mas não dava para ver nada. De repente relva. Um limoeiro. Duas amendoeiras (o Deus Grego diz ameixeiras, mas eu digo amendoeias). Não se ouvem carros. Nem eléctricos. Nem nada. Está fresquinho. Um esperguiçadeira na relva, mais à frente um telheiro. Chão de calçada com uma mesa para as refições ao ar livre. Desde que entramos nem eu nem o deus grego expiramos.

Entramos na casinha. À esquerda uma sala. Não muito grande. Nem muito pequena. Suficiente. Com lareira. E janelão a dar para o jardim. Do lado direito uma grande janela em pedra a dar para a cozinha, que o tempo da mulher sopeira fechada a preparar o jantar já era. Continuamos. Um quarto. Normal. Janelão a dar para o jardim. Do outro lado da casa. Mais um quarto, maior, e com uma mega armário embutido (fetiche meu esta cena dos armários). Janelão também a dar para o jardim.
Isto tudo só para vos dizer que o casal brasa... vai comprar casa.

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