Eu até estava bem disposta hoje de manhã. Juro. O meu Rabanada infernal não acordou durante a noite, acordei a horas, apanhei o comboio a tempo cheguei ao escritório e havia bolo de chocolate. Tudo bons presságios para um dia correr bem. Até que resolvo espreitar as notícias. Mas que porra de país é este senhores? Mas que merda de sociedade é esta?
Há jovens grávidas carenciadas a quem os técnicos da Segurança Social estão a aconselhar a abortar, apesar de manifestarem o desejo de ter os filhos. A denúncia é feita por associações da sociedade civil, que asseguram haver casos em que é dito às mães que a consequência de prosseguirem com a gravidez será ficarem sem a criança.
«Cada vez conheço mais casos desses. Muitas vezes, são raparigas que estão até institucionalizadas e que são pressionadas para abortar», afirma Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas. A ameaça, conta a activista, é clara: «Dizem-lhes que, se não abortarem, tiram-lhes os bebés. Há uma cultura de medo, que é preciso denunciar. Isto não é proteger os menores. Há coacção psicológica».
Leonor Ribeiro e Castro diz que, muitas vezes, as gravidezes chegam até ao fim e é através de advogados do movimento que lidera que as mães lutam pela guarda da criança. «Tive um caso de uma mãe que, após uma cesariana, esteve quase dois meses a dormir numa cadeira num hospital, porque se recusava a sair de lá sem o filho e tinha medo de ficar sem ele. Elas sentem isto como um castigo por não terem abortado
in http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=67782
Não concordo que seja dito a essas gravidas que devem abortar, mas o que é evidente é que para se ter um filho hoje em dia é preciso ter condições para o criar, ter meio de susbsistencia (que não seja a segurança social) para lhe dar qualidade de vida, não é estar a espera que a segurança social lhes pague as creches e o leite e as fraldas. Um filho é um investimento a longo prazo e tem de ser criado por quem o quer, não por todos os contribuintes do pais. É duro ouvir isto, mas é a verdade, grande parte dessas mães só tem os filhos para poder viver a conta dos subsidios, depois é vê-las com três e quatro filhos, sem condições nenhumas, porque o dinheiro não estica, todos ranhosos mas sentadinhas no café a tomar o belo do pequeno almoço. Na minha terra diz-se "quem pariu que os embale" e é verdade, não é só parir e ter para o monte.
ResponderEliminarOlá D.
ResponderEliminarSem duvida que ter um filho é uma responsabilidade enorme, e até acredito que haja quem os faça para garantir mais ajudas. No entanto, e aqui não falo na minha opinião pessoal em relação ao aborto, esta é uma questão que nunca pode ser tomada por terceiros, no matter what. Qualquer dia somos a china...
Eu também não disse que achava bem o que, a ser verdade, as senhoras da segurança social dizem. O aborto é uma opção unicamente pessoal. Mas há que ver os dois lados da questão. Obviamente se for um primeiro filho, acredito que não haja comentarios a respeito se deve ou não abortar. Se os há, possivelmente são em casos extremos em que já há uma serie de crianças que na verdade servem apenas para dar dinheiro aos pais, quando deviam ser apenas e só crianças, com tudo aquilo a que têm direito. Porque depois há os casos de serem institucionalizadas porque os paizinhos não têm como as sustentar mas depois nas visitas trazem televmoveis da ultima geração e fios de ouro ao pescoço que mais parece a montra da orivesaria ali da esquina.
ResponderEliminarQue sociedade de merd@! É este o exemplo que querem passar?
ResponderEliminarOlá Tata:
ResponderEliminarConcordo em absoluto com a D* conheço todos os géneros descritos e tenho muitos exemplos de gente (desculpa) reles que só sabem fazer filhos, não sabem nem têm meios de os educar, mas os miúdos têm PSP's de ultima geração e telemóveis xpto.
AGORA, essa D. Leonor Castro é muito suspeita a comentar isso, pois desde há anos que faz da Lei do Aborto a sua guerra, fazendo manifestações de rua á porta da Clínica dos Arcos, por isso vale aquilo que vale.
Bjs PR